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Uma trabalhadora dos serviços administrativos de uma escola em Greeley, no estado norte-americano do Colorado, está em fuga há quase um mês, depois de as autoridades terem descoberto que ela tinha abusado sexualmente de um rapaz de 13 anos.
De acordo com o que explicam as publicações internacionais, a aproximação entre esta mulher de 34 anos e o aluno, que frequenta o 8.º ano, aconteceu há meses, tendo escalado em janeiro.
A investigação policial começou depois de as autoridades receberem uma denúncia anónima a 12 de fevereiro. Documentos consultados pela imprensa internacional mostram que, para além da troca de fotografias de nudez entre as duas partes, a mulher dava-lhe também bebidas alcoólicas e canábis.
A mulher, Brenda Meza, foi ouvida pelas autoridades, tendo começado por dizer que se "aproximou bastante" deste aluno, mas negando que tinha tido relações sexuais com ele. Mais tarde, assumiu que tinha acontecido - e terá acontecido, de acordo com informações consultadas pela publicação The New York Post, três vezes.
Após ser terem "aproximado", o aluno descobriu a conta de Instagram de Meza e foi a partir daí que começaram a trocar mensagens de cariz sexual. Meza terá recebido pelo menos quatro fotografias com nudez do rapaz, que disse ter apagado porque tinha receio de que o marido descobrisse.
Depois de ter sido questionada uma primeira vez, a mulher foi para casa e confessou ao marido que tinha "ficado drogada" e que tinha tido uma "interação" com o menor. O marido chamou as autoridades.
Nos documentos que constam do processo, haverá ainda fotografias que mostram a adulta e o menor em parques de estacionamento, local onde a mulher terá abusado sexualmente do menor.
A dupla enviou mensagens onde se lia "amo-te" pelo menos 81 vezes, entre 29 de janeiro e 12 de fevereiro.
A vítima também foi ouvida e disse que tinha tido relações com a mulher.
Após contacto da escola e das autoridades, a mulher enviou uma mensagem ao estudante para que este apagasse o número dela, e ele acabou por lhe responder, seis horas mais tarde, a dizer que se sentia culpado pela situação.
A mulher foi suspensa das suas funções a 25 de fevereiro e, desde então, não se sabe o seu paradeiro. É acusada de 12 crimes graves, incluindo abuso sexual de criança, aliciamento de menor pela internet e adulteração de provas, além de uma acusação de corrupção de menores.
O marido dela foi parado numa operação policial de trânsito a 11 de março, e disse às autoridades que desconhecia o paradeiro da mulher. O homem admitiu ainda que se dirigia para a fronteira com o México, não especificando a publicação por que motivo.
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