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PJ trava homem suspeito de fraude fiscal superior a 6 milhões de euros na Alemanha
Homem, de 52 anos, foi detido na cidade do Porto e aguarda processo de extradição em prisão preventiva.
A Polícia Judiciária, no cumprimento de um mandado de detenção europeu emitido pelas autoridades judiciárias alemãs, localizou e deteve um homem, de 52 anos, suspeito dos crimes de burla e fraude fiscal qualificados, que terão causado um prejuízo superior a 6,4 milhões de euros.
Entre 2018 e 2025, o homem, de nacionalidade portuguesa, enquanto administrador de uma empresa de construção civil terá, com a ajuda de outros dois homens que tinham o controlo efetivo da empresa, "implementado um esquema fraudulento com o objetivo de maximizar lucros", refere o comunicado da PJ.
De acordo com a investigação, o plano passava por subdeclarar salários e horas de trabalho às autoridades fiscais e de segurança social, assim como utilizar empresas fictícias para emitir faturas falsas relativas a serviços não prestados. "Os valores dessas faturas eram devolvidos em numerário, sendo utilizados para o pagamento de salários não declarados", diz a PJ.
Para levar a cabo o esquema, foram usadas diversas empresas e foi até criada uma empresa pelo suspeito, igualmente controlada por outros cúmplices.
As autoridades alemãs não descartam a hipótese de continuação da atividade criminosa, através de outra empresa, até 2025. Com o esquema, os prejuízos ultrapassam os 6,4 milhões de euros.
Pelos crimes, o suspeito pode ser condenado a uma pena máxima de 10 anos.
O homem foi presente a juiz no Tribunal da Relação de Guimarães e foi decretado que aguarde os termos do processo de extradição em prisão preventiva.
Correio da Manhã
Homem, de 52 anos, foi detido na cidade do Porto e aguarda processo de extradição em prisão preventiva.
A Polícia Judiciária, no cumprimento de um mandado de detenção europeu emitido pelas autoridades judiciárias alemãs, localizou e deteve um homem, de 52 anos, suspeito dos crimes de burla e fraude fiscal qualificados, que terão causado um prejuízo superior a 6,4 milhões de euros.
Entre 2018 e 2025, o homem, de nacionalidade portuguesa, enquanto administrador de uma empresa de construção civil terá, com a ajuda de outros dois homens que tinham o controlo efetivo da empresa, "implementado um esquema fraudulento com o objetivo de maximizar lucros", refere o comunicado da PJ.
De acordo com a investigação, o plano passava por subdeclarar salários e horas de trabalho às autoridades fiscais e de segurança social, assim como utilizar empresas fictícias para emitir faturas falsas relativas a serviços não prestados. "Os valores dessas faturas eram devolvidos em numerário, sendo utilizados para o pagamento de salários não declarados", diz a PJ.
Para levar a cabo o esquema, foram usadas diversas empresas e foi até criada uma empresa pelo suspeito, igualmente controlada por outros cúmplices.
As autoridades alemãs não descartam a hipótese de continuação da atividade criminosa, através de outra empresa, até 2025. Com o esquema, os prejuízos ultrapassam os 6,4 milhões de euros.
Pelos crimes, o suspeito pode ser condenado a uma pena máxima de 10 anos.
O homem foi presente a juiz no Tribunal da Relação de Guimarães e foi decretado que aguarde os termos do processo de extradição em prisão preventiva.
Correio da Manhã
