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Violador de menor preso em casa
Agressor drogou vítima de 16 anos e abusou dela em habitação devoluta da Guarda.
O homem de 44 anos detido pela Polícia Judiciária por ter drogado e violado uma adolescente, na Guarda, vai aguardar julgamento em prisão domiciliária, controlado por pulseira eletrónica.
A vítima, de 16 anos, estava internada numa casa de acolhimento e conheceu o agressor numa das ausências não autorizadas. Durante um encontro, numa casa devoluta, o agressor deu-lhe produtos estupefacientes para consumir e depois forçou-a à prática de atos sexuais.
A investigação da Polícia Judiciária teve origem numa comunicação do serviço de Urgência Pediátrica da Unidade Local de Saúde da Guarda, onde a vítima foi assistida.
O agressor foi presente a um juiz do Tribunal da Guarda que lhe decretou prisão domiciliária, sendo controlado através de pulseira eletrónica. Está indiciado dos crimes de violação, coação sexual e tráfico de estupefacientes agravado.
A vítima fez perícias de Medicina Legal e já foi ouvida em tribunal para memória futura.
Correio da Manhã
Agressor drogou vítima de 16 anos e abusou dela em habitação devoluta da Guarda.
O homem de 44 anos detido pela Polícia Judiciária por ter drogado e violado uma adolescente, na Guarda, vai aguardar julgamento em prisão domiciliária, controlado por pulseira eletrónica.
A vítima, de 16 anos, estava internada numa casa de acolhimento e conheceu o agressor numa das ausências não autorizadas. Durante um encontro, numa casa devoluta, o agressor deu-lhe produtos estupefacientes para consumir e depois forçou-a à prática de atos sexuais.
A investigação da Polícia Judiciária teve origem numa comunicação do serviço de Urgência Pediátrica da Unidade Local de Saúde da Guarda, onde a vítima foi assistida.
O agressor foi presente a um juiz do Tribunal da Guarda que lhe decretou prisão domiciliária, sendo controlado através de pulseira eletrónica. Está indiciado dos crimes de violação, coação sexual e tráfico de estupefacientes agravado.
A vítima fez perícias de Medicina Legal e já foi ouvida em tribunal para memória futura.
Correio da Manhã
